Os diversos eventos da história judaica levaram a uma valorização do estudo e da alfabetização dos membros da comunidade judaica.

Na Diáspora a busca de conexão com o judaísmo e a busca de não assimilação com os costumes gentílicos levaram a uma ênfase na necessidade da educação e alfabetização desde a infância, pelo que na maior parte das comunidades judaicas o analfabetismo é praticamente inexistente. Este pensamento levou à criação de uma vasta literatura principalmente de uso religioso.
Dentro do judaísmo, a escritura mais importante é a Torá, que seria o livro contendo o conjunto de histórias da origem do mundo, do homem e do povo de Israel, assim como os mandamentos de obediência a Deus. Para a maior parte das ramificações judaicas, acrescenta-se a história de Israel e as palavras dos profetas israelitas até a construção do Segundo Templo, com sua literatura relacionada, que compiladas na época do retorno de Babilônia, constituíram o que conhecemos como Tanakh, conhecido pelos não judeus como Antigo Testamento.
Os judeus rabinitas creem que Moisés recebeu além da Torá escrita, uma tradição oral que serviria como um complemento da primeira, e que seria passada de geração à geração desde Moisés, e que viria a ser compilada no século IV como o Talmude. Os judeus caraítas recusam estes textos.
Cada ramificação tem seus próprios textos e livros.
A palavra hebraica para “escada” (sulam) possui o mesmo valor numérico que “dinheiro” (mamon). Isto nos ensina que dinheiro é como escada: pode ser usado tanto para nos elevar, como nos arremessar às profundezas, tudo depende de que forma o utilizamos e para que propósito.
Baal Shem Tov
–


